Por Leonardo Benedito
Com o avanço da necessidade de
maior mobilidade e facilidade de dispositivos se conectarem a internet, as
redes WLANs (Wireless Local Area Networks) ganharam grande mercado, por sanarem
esse problema.
As redes WLANs trabalham com o
envio dos dados através de ondas de rádio, e, portanto, qualquer pessoa pode
interceptar ou até mesmo injetar dados na comunicação, caso possua um
interceptor de rádio.
Para evitar isso as WLANs
introduziram ao longo dos anos os sistemas de segurança como o WEP, WPA, WPA2
para proteger as informações e confidência dos dados, além de continuar o
desenvolvimento de novos padrões como o IEE802.11w, visando o aprimoramento
continuo da criptografia dos dados.
O WEP foi um dos primeiros protocolos
de segurança para redes Wireless, ele faz parte do padrão IEE802.11 e por ser
um dos protocolos pioneiros nesse segmento ele possui muitas vulnerabilidades e
falhas, o que permite ataques bem sucedidos de hackers, um dos casos mais
notórios foi a invasão da rede da empresa T.J. Pai Maxx.
No WEP as chaves de acesso
utilizam 64 ou 128 bits e o algoritmo RC4 para criptografar os pacotes, além de
uma função que detecta erros na autenticação.
Em 2003, visando aprimorar a
segurança dos usuários, foi criado o WPA (Wi-Fi Protected Acess), que buscou
aprimorar as falhas encontradas no protocolo WEP. O WPA, não gerou uma mudança
significativa na forma como o acesso as redes eram feitos e por esse motivo foi
considerado apenas um WEP melhorado ou denominado como WEP2.