domingo, 24 de abril de 2016

Privacidade e Internet

por: Fábio Augusto Cornazzani Sales, Gisele Truzzi de Lima e Rodrigo Barros de Miranda

INTRODUÇÃO

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A Globalização trouxe um grande avanço tecnológico e desenvolvimento da Internet. Esta nova realidade foi incorporada ao nosso cotidiano e é nesse contexto que se insere o Direito Informático, tutelando situações até então desconhecidas da práxis jurídica
Devido aos benefícios tecnológicos atuais, é preciso refletir sobre as consequências que essa revolução digital traz à privacidade do ser humano.Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é mostrar situações que violam privacidade através da Internet, apresentando soluções e formas de prevenção.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Evento: Seminário Internacional de Privacidade e Vigilância

Acontecerá dos dias 4 e 5 de maio por iniciativa do GPoPai/USP (Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da Universidade de São Paulo) o Seminário Internacional de Privacidade e Vigilância com o objetivo de reunir pesquisadores e demais interessados nas áreas de privacidade, vigilância, criptografia e proteção de dados pessoais.

Para saber mais acesse a página do evento no Facebook, o seminário é gratuito e não necessita de inscrição prévia

Relações Humanas e Privacidade na Internet

Relações Humanas e Privacidade na Internet: implicações Bioéticas




Relações humanas, privacidade e sua interface com a Bioética

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Com base no estudo realizado por Adriana Silva Barbosa, Bióloga( especialista em Metodologia do Ensino Superior pelas Faculdades Integradas de Jequié (FIJ)) e  Douglas Leonardo Gomes Filho( Filósofo e membro efetivo da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP)) constata-se que as relações humanas são baseadas em leis para regular o comportamento humano e que a ética provém destas relações. Ao mesmo tempo essa é uma visão subjetiva e faz com que cada indivíduo apresente uma diferente interpretação de ética e como consequência desenvolvem comportamentos diferentes, tornando assim a privacidade algo necessário na sociedade.
Inicialmente a privacidade podia ser entendida como o direito de ficar sozinho,mas evoluiu com o tempo sendo considerado um aspecto indispensável para realizações pessoais e um símbolo de liberdade. Contudo, por apresentar diferentes conceitos com base no comportamento e relações pessoais, a privacidade possui muitas definições.

Combate ao Terrorismo vs Invasão de Privacidade


 Por Leonardo Benedito



Após as revelações de Edward Snowden sobre a espionagem governamental e o reforço das grandes empresas em não ceder os dados privativos de seus usuários ao governo, a discussão parece ter perdido força nos últimos anos.

Porém, após os ataques a Paris em novembro de 2015 e a descoberta de que os terroristas utilizaram métodos de encriptação para coordenar as atividades, ou seja, utilizaram sites de relacionamento para se comunicarem, a pressão do governo voltou a aumentar sobre os poderosos do mundo digital.

Entre as reivindicações do Governo, FBI, CIA e outras entidades que visam a prevenção ao terrorismo, está a criação de Backdoors. Uma espécie de “Porta dos Fundos”, para que o governo possa acessar exclusivamente o conteúdo dos usuários de empresas como o Facebook, Google e Apple. Porém assim como uma “Porta dos Fundos”, não somente o governo poderá abri-la educadamente com uma chave, mas também os Hackers poderão arromba-las para ter acesso às informações dos usuários.

sexta-feira, 18 de março de 2016

A formação da cidade digital e o direito a privacidade informática


Resumo do texto: “A formação da cidade digital e o direito a privacidade informática”. Autor:
Augusto Eduardo Miranda Pinto, publicado nos Anais do XIX Encontro Nacional do CONPEDI realizado em Fortaleza nos dias 09, 10, 11 e 12 de junho de 2010.
  

Segundo o autor “a partir de troca de informações entre os indivíduos, está surgindo uma coletividade com singularidade própria”. 
Essa “cibercultura” proporciona uma alteração de poder pela interatividade digital, acarretando na formação de um novo “paradigma sociotécnico”, alterando a relação do homem com o ambiente urbano, social e cultural. A garantia de direito à privacidade recebe um dos impactos mais significativos desta nova formação social, com várias mídias interagindo com milhões de usuários em tempo real, fazendo que “ a informação permeie todos os aspectos da nossa vida cotidiana, sem um controle seguro de sua utilização”.

“A coleta de dados através dos cartões de crédito e de compras on line, bem como câmeras para vigilância e individualização do perfil de usuários navegantes através da rede, abrem possibilidades de interconexão entre os mais diversos bancos de dados apontando para a formação e expansão progressiva de uma sociedade de controle, de vigilância e de classificação.” Essas ações reduzem o cidadão a consumidor e, segundo o autor, isso deve ser evitado “para que a esfera pública e a provada não seja absorvidade pela esfera de produção e de troca”.

Fonte Imagem: Idgnow